Licor
[Voltaire de Souza]
O dia dos namorados se aproxima. Mas a vida de uma jovem executiva é agitada. Corina trabalha numa multinacional. "não tenho tempo nem para o mercado". Namorava um rapaz chamado Júlio. "o que eu compro pra ele? Ele tem tudo... não gosta de nada". Corina passeava entre as gôndolas . Produtos finos sempre agradam ao paladar exigente. "Será que Júlio vai gostar deste licor de anis?" A dúvida não durou muito. Entrou no mercado o assaltante Canhoto. "Levo a garrafa. E a tua grana." Corina reparou no porte atlético do delinqüente. Paixão imediata e correspondida. Corina não mais se preocupa em dar presentes. "Quando ele gosta, ele leva."
O verdadeiro amor não tem data e dispensa lembrancinhas.
E aí Renata Asp, tudo bem?!!
ResponderExcluirEsse artigo me fez lembrar de uma garota que estive namorando há um tempo atrás.
Dificilmente presenteio uma namorada no dia dos namorados, pra mim, todo dia é dia de presentear alguém que gostamos, nem é preciso amar.
Pra variar, o dia passou batido e para minha surpresa, o namoro acabou uma semana depois. Motivo: O presente do dia dos namorados. E logo ela que dizia me amar profundamente. Não é um absurdo!
Bye, bye!