"A sociedade é maior do que o mercado. O leitor não é consumidor, mas cidadão.
Jornalismo é serviço público, não espetáculo" (Alberto Dines)

30 de abril de 2010

História da Arte


O curso História da Arte é fascinante. Aprendi a ver o mundo com olhos mais atentos. Analisar os costumes, as habilidades e comportamentos do ser humano desde a pré-história; ver que a partir disso, de uma realidade tão distante, nossa sociedade hoje é o que é, e faz o que faz. Tudo aqui deixado não veio por acaso, mas por necessidades do homem. Sem mencionar a criatividade, que essa sim, se perpeturá até o fim da humanidade.

Desde a pré-história a necessidade de uma interação mais sólida entre os homens causava alvoroço entre os mesmos. Dependiam da caça e por isso organização era essencial. Esse homem pré-histórico de que falo, tinha medos, intuições, raciocínio e crenças que os levavam a crer na ajuda de seres superiores. Com a pintura rupestre, aquela das cavernas, é a mesma coisa, o homem pré-histórico não conta as histórias de suas grandes caçadas, como era de costume supor; mas desenha com o intuito de assegurar uma caça bem sucedida através de rituais mágicos.

Claro que a História da Arte não se resume no período Pré-Histórico nem em outro período somente, mas sem dúvida é sempre o início de tudo que nos intriga.

A arte sintetiza emoções, sentimentos, histórias, culturas. Os valores estéticos do ser humano não surgiram com uma pessoa que gosta ou não gosta de certa ou certas coisas. A história em suas determinadas épocas é quem acarreta esses valores consigo e os descarrega em tudo que agora é arte.

Estudei sobre civilizações das quais já tinha ouvido falar e até lido sobre, mas não tivera antes tanta prazer em conhecê-las. Em verdade meu período predileto da história é o Egito Antigo. Embora sempre havendo influências de outros povos, o Egito e sua arte, história e mitos me parecem ser de uma originalidade ofuscante.

A arte nos diferentes períodos me mostrou não só a criatividade que os artistas de seu tempo possuíam, mas o talento. Na maioria das vezes, pinturas e esculturas eram feitas a mando de alguém. A ousadia no mundo da arte demorava a aparecer, visto que quando um modelo de retrato ou escultura era implementado, séculos se passavam sem que ninguém o diversificasse.

E quando falamos em Grécia Antiga? Mitologia é sem dúvida uma das primeiras coisas ou a primeira coisa que nos vem a cabeça .
Eu sabia que deuses e seres superiores existiam em outros períodos e sociedades, mas não havia me dado conta de quão forte eram a influênciam de mitos e lendas existentes desde a pré-história.

Rituais antigamente sagrados, hoje são ações rotineiras; costumes passados de pai pra filho sem a mesma essência. E não os são culpados por isso, hoje as crenças e rituais são apenas diferentes.

Essa é a conclusão mais forte que tirei das aulas de História da Arte, tudo que somos hoje é o efeito de ontem. Como ação e reação, a nossa sociedade também influenciará a próxima.
Eras e períodos são apenas divisões de tempos em que tudo parece mudar. E não completamente, claro, tudo ocorre continuamente. Daqui a séculos o homem pode nomear nossa sociedade atual não mais como contemporânea, mas com um nome hoje inimaginável.

Saber em que época o Homo Sapiens surgiu, não mostra o que aconteceu para agora estarmos todos aqui.
A percepção de nós mesmos dentro de um mundo com valores extremamente distintos e sem definições de certo ou errado que me surpreendeu.

30 de janeiro de 2010


Caótico

E pra quem disse que São Paulo não é mais a terra da garoa...
Meus parabéns! Você está antenado.

     Pelo menos é o que parece.
     São Paulo deixa sua patente de terra da garoa e agora, pelo que nos parece, passa a ser a terra da chuva, isso mesmo, chuva de verdade. E junto com a dita cuja vem a enchente da qual não poderíamos deixar de citar.
     Desde Dezembro a chuva em São Paulo já causou 68 mortes. E segundo o Instituto Nacional de Meteorologia faltam somente sete milímetros de chuva para que o recorde anterior registrado em janeiro de 1947, com 481,4 milímetros, seja superado. Hoje se completam 38 dias seguidos de chuva.

Eh! O clima não tá pra ninguém.

O que a gente está precisando agora, são dicas do tipo:
-Como não deixar a água inundar a sua casa se você não tem outro lugar para ir.
-Como e qual o melhor caminho para desviar de rios que agora inundam suas ruas.
-Como amarrar seu carro no poste mais próximo da sua casa ou trabalho.
-Quais os tipos e cores de calçados estão bombando nessa época “úmida”.
-Alguns cuidados com a eletricidade em sua casa, caso ela inunde.

     Bom, pelo jeito os “reais” problemas que São Paulo está enfrentando só começarão a se resolver quando a chuva passar e o governo parar de planejar.

20 de janeiro de 2010

Nacionalismo

O Brasil parece ter algum tipo de "síndrome". Infelizmente o pessimismo costuma ter mais força que o otimismo. O brasileiro, não tem ainda a habilidade de encontrar coisas boas em nosso próprio país.
Que há situações difíceis a serem resolvidas é a mais pura verdade. Mas a felicidade em que aqui enxergamos parece vir somente e diretamente de futebol, carnaval e novelas. Quando não são essas três coisas, a indignação com a política do país vem em primeiro.
Não quero assumir idéia alguma de que ser nacionalista é enxergar tudo as mil maravilhas, pois não é verdade, para isso, só sonhando. Tão pouco quero nesse momento tagarelar sobre uma luta cidadã, da qual estamos profundamente carentes.
Não importa se o passado saiu mal planejado ou se o futuro terá grande êxito. Nem essa e nem outra nação é ou será perfeita. Nem esse nem outro governo conseguirão mudar a chamada politicagem que parece intrínseca. O tão sonhado socialismo, nunca foi alcançado.
A existência do patriotismo consiste no reconhecimento de tudo que é próprio e pertencente a esse país, da certificação de que bons frutos foram aqui plantados e aqui colhidos.
Nacionalismo é a preferência e favoritismo ao que é “nosso”. Ao que é Brasil.

20 de novembro de 2009

Curta-metragem "Passou Por Mim"
Se seu celular pudesse, que história ele contaria?
Videorama Filmes

Vencedor do Festival Intercurtas 2009


Prêmios: Melhor Curta-metragem
               Melhor Trilha Sonora (original)
               Melhor Capa DVD
               Idéia Original

Arte capa DVD: Renata Asp
Produção: Renata Asp

9 de outubro de 2009

Tipografia da fonte Garamond


Por Renata Asp e Andressa Moura

1 de outubro de 2009

Teatro: Cultura ou divertimento?



Trabalho do grupo Main Stage
- Daniele Dias
- Mariana Barbosa
- Renata Asp
- Rodrigo Sposito


Entrevista com o ator, dublador e escritor Eudes Carvalho por Renata Asp
Mapa Conceitual


15 de setembro de 2009



Santo Vinho

Além do delicioso gosto, o vinho também é rejuvenecedor.
Pra você Alcoólatra, anônimo ou não, parar de beber ainda é o mais recomendado.
Estudos mostram que a ingestão regular de vinho durante as refeições do dia-a-dia, aumenta a expectativa de vida do indivíduo variando de 25% a 45% a mais que o normal.
Claro que a moderação faz parte do processo.
Beber vinho junto as refeições trás consigo o raciocínio rápido, elevação do QI, menos agitação, mais atenção e por final menos doenças, como por exemplo, o Alzheimer.
Rico em Polifenóis o vinho tinto elimina aqueles que trabalham junto ao envelhecimento das células, os Radicais Livres. Por isso o envelhecimento é então retardado.
O vinho tinto (fermentado na presença das cascas e sementes) têm mais Polifenóis e virtudes terapêuticas que os brancos.
A Serra Gaúcha por exemplo, quando comparada com outras partes do mundo, mostra que o teor de polifenóis deixados no vinho é maior. Entre a enorme variedade de vinhos gaúchos, está no Merlot, a maior quantidade de polifenóis. E é por isso que quando produzidos com uvas Merlot da Serra Gaúcha os vinhos têm mais virtudes terapêuticas.
Imagine só viver no Rio Grande do Sul... 
Vida longa na certa.

10 de setembro de 2009


= Looooongevidade =

Quem não gostaria de viver mais que o esperado?
Ninguém gosta muito de ouvir qual o índice de longevidade de seu país. Parece até que os pesquisadores estão em busca de datas para a morte das pessoas, que infelizmente somos nós.
Ao contrário disso, os pesquisadores procuram explicações do por que em tal região, tal país, tal continente, uns vivem mais que outros. Como por exemplo, o Oriente que tem o índice de longevidade muito mais alto que o do Ocidente. O Japão é quem comanda o ápice mundial desse índice. Eles chegam aos 90 com uma aparência muito mais jovem que o normal e ainda têm o menor índice de obesidade da Terra.
A explicação mais plausível para essa façanha ou “segredo”, seria a alimentação.
Quando você dizia que peixe cru e arroz “papa” era coisa de gente nojenta e preguiçosa, talvez não soubesse dessa. 
Tudo indica que a habitual alimentação japonesa - que não é composta só de peixe cru - é mais saudável que a nossa famosa feijoada. O tofu, por exemplo, reduz a incidência de câncer de mama, próstata e doenças do coração.
Isso por que eles também comem muito arroz, vegetais, frutas e soja, que consistem em muita proteína, fibra e carboidrato.
Os estudos comprovam que essa simples e saborosa dieta japonesa é a fórmula que os fazem ser as pessoas com maior expectativa de vida do planeta.

4 de setembro de 2009


O Fim dos Impérios


O processo de independência de um país, nunca foi simples. Os interresses da metrópole diante de sua colônia eram inevitavelmente abusivos, sendo sua colonização de exploração ou de povoamento.
Por isso concordar com a independência ou aceitá-la sempre foi tarefa difícil e desvantajosa para a metrópole.
Quando os centros de industrializão foram se dispersando pelo mundo, os países que eram núcleos da organização econômica mundial, notaram que seus poderes comeraçavam a perder liderança.
As ideologias socioeconômicas e alternativas já haviam surgido há muito tempo, só precisavam de um momento oportuno para a execusão das mesmas. Marx disse que para uma mudança baseada em qualquer ideal, precisamos do que ele chamou de "precondições materiais"; sem um tempo propício e adequado, os homens não seriam capazes de reconhecer idéias alternativas e colocá-las em ação.
As guerras Mundiais e a Guerra Fria foram resultados desse embate de poderes e opiniões divergentes entre paísees e blocos econômicos. Sem contar com a crise de 1929.
Essas guerras e quedas econômicas abalaram, e muito, as grandes potências, o que acabou servindo de vantagem para as colônias que já há algum tempo tentavam tirar sua independência de idéias apenas teorizadas até então.